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Ex-agente: Coronel Perdigão deu um tiro na nuca de cada um deles Tags: ditadura militar: Coronel Perdigão guerrilha luta armada comissão da verdade resistência tortura História do Brasil comunistas brasileiros

 

Ex-agente: Coronel Perdigão deu um tiro na nuca de cada um deles

por Conceição Lemes

 

Nesta quinta-feira 16, o ex-agente da repressão Valdemar Martins de Oliveira prestou depoimento na audiência pública realizada da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo.
 
Ex-paraquedista, Valdemar disse a Rodrigo Vianna, em reportagem exclusiva veiculada nessa quarta-feira 15 pelo Jornal da Record, que abandonou o Exército brasileiro por discordar de torturas e assassinatos cometidos pelos militares contra militantes políticos que se opunham à ditadura.
 
Valdemar foi testemunha do assassinato do casal Catarina Abi-Eçab e João Antônio dos Santos Abi-Eçab, em 1968, no Rio de Janeiro.  Os dois militavam no movimento estudantil e eram suspeitos de ter participado da execução do capitão do Exército norte-americano Charles Rodney Chandler, em 12 de outubro de 1968, feita pela ALN e pela VPR.
 
Durante muito tempo prevaleceu a versão policial que atribuiu a morte do casal à explosão do veículo em que viajavam, em consequência da detonação de explosivos que transportavam,  no km 69 da BR-116, próximo a Vassouras (RJ).
 
A versão divulgada na imprensa foi a de que ambos foram vítimas de um acidente de automóvel: “[…] chocaram-se contra a traseira de um caminhão que transportava pessoas em sua caçamba”. No veículo em que estavam, teria sido encontrada uma mala com armamentos e munição.
 
No boletim de ocorrência, que registrou o suposto acidente, consta:
 
Foi dado ciência à Polícia às 20h de 08/11/68. Três policiais se dirigiram ao local constatando que na altura do km 69 da BR116, o VW 349884-SP dirigido por seu proprietário João Antônio dos Santos Abi-Eçab, tendo como passageira sua esposa Catarina Helena Xavier Pereira (nome de solteira), havia colidido com a traseira do caminhão de marca De Soto, placa 431152-RJ, dirigido por Geraldo Dias da Silva, que não foi encontrado. O casal de ocupantes do VW faleceu no local. Após os exames de praxe, os cadáveres foram encaminhados ao necrotério local.
 
O laudo da exumação, elaborado pelos legistas Carlos Delmonte e Isaac Jaime Saieg, em 23 de julho de 2000, concluiu que a morte foi conseqüência de “traumatismo crânio-encefálico” causado por “ação vulnerante de projétil de arma de fogo”.
 
Sua morte ocorreu em decorrência de um tiro que a atingiu pelas costas. Além disso, os legistas não encontraram sinais de autópsia feita anteriormente. A causa mortis apresentada em 9 de novembro de 1968, pelos médicos Pedro Saullo e Almir Fagundes de Souza, do IML de Vassouras, foi “fratura de crânio, com afundamento (acidente)”.
 
A reportagem feita pelo jornalista Caco Barcellos, veiculada no Jornal Nacional (TV Globo) em abril de 2001, desmentiu a versão policial de acidente e demonstrou que João Antonio e Catarina foram executados.
 
Na entrevista ao repórter Rodrigo Vianna, Valdemar deu detalhes: “O capitão Pereira deu um tiro na nuca de cada um deles”.
 
Nesta quinta-feira 16, em depoimento à Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, na Assembleia Legislativa, Valdemar revelou o nome do “capitão Pereira”: “O coronel Freddie Perdigão deu um tiro na nuca de um e outro tiro na nuca do outro”.
 
Em depoimento à Comissão Nacional Verdade, o ex-militar já havia revelado o nome de Freddie Perdigão. Como lá a audiência foi fechada, a informação não veio a público.
 
FREDDIE PERDIGÃO, O DR. NAGIB
 
Segundo o Grupo Tortura Nunca Mais/RJ, o nome de Freddie Perdigão, conhecido como o dr. Nagib nos porões da ditadura, aparece em duas listas do Projeto Brasil Nunca Mais, como Major atuando no DOI/CODI do Rio de Janeiro, em 1970.
 
Em documento de 2008, o Tortura Nunca Mais/RJ, relata:
 
“Na primeira destas listas, a de “Elementos Envolvidos Diretamente em Torturas”, à página 39 do Tomo II, volume 3 “Os Funcionários”, seu nome é denunciado por Tânia Chao que, em dezembro de 1970 era professora, tendo 25 anos. Seu depoimento encontra-se à pág 769 do Tomo V, volume 3, “As Torturas” do Projeto BNM, transcrito abaixo:
 
( ) … que a declarante anteriormente a assinatura de suas declarações foi agredida de diversas maneiras sofrendo, inclusive, choques elétricos pelo corpo sendo que esses fatos foram presenciados pelo Encarregado do IPM; que a declarante foi agredida, inclusive, pelas pessoas de nome Plínio e Nagib, e, também, por Timóteo Ferreira por palmatória; que a declarante na prisão não tem obtido tratamento médico necessário uma vez que sofre de artrite rematoide e de úlcera; que em sua prisão não tem o mínimo conforto necessário no que se refere a higiene uma vez que não há banheiro na cela …( )
 
Estas declarações de Tânia Chao encontram-se no Processo N.º 81/70 da 1ª Auditoria da Militar, da 1ª RM/CJM, com Apelação no STM de n.º 39.519 consta de dois volumes e dois apensos ( informações contidas à pág 209, Tomo II, Volume 1 “A Pesquisa BNM” do Projeto Brasil Nunca Mais).
 
Este processo, trata de réus acusados de pertencerem a ALA, no Rio de Janeiro, em 1970, tendo conseguido do dono de uma gráfica autorização para imprimirem identidades falsas, o que efetivamente fizeram. Alguns réus fundaram um curso para obter fundos para a Ala, onde era impresso em mimeógrafo o jornal “Unidade Operária”
 
Na segunda lista, a de “Membros dos órgãos da Repressão”, à página 233 do Tomo II, Volume 3 “Os Funcionários”, o nome de Nagib é denunciado também em abril de 1971 e aparece no mesmo Processo citado acima.
 
O Coronel Freddie Perdigão foi denunciado pelo estudante Sérgio Ubiratan Manes em depoimento ao Tribunal Superior Militar (STM), em 1969, segundo reportagem do Jornal O Globo de 04/07/99, como um dos torturadores que o espancaram na Polícia do Exército, na Rua Barão de Mesquita.
 
Nessa mesma reportagem, o General Newton Cruz revela que o Capitão Perdigão o avisou da Operação Riocentro e esteve no local do atentado com o grupo de militares que colocaram a bomba no estacionamento do Riocentro, durante um show em homenagem ao Dia do Trabalhador, em 30/04/81, onde morreu o sargento Guilherme do Rosário e ferindo o capitão Wilson Machado, ambos agentes do DOI/CODI.
 
Segundo o jornalista Elio Gaspari, publicado na sua coluna, no Jornal O Globo, no dia 24/10/99 “…O grupo terrorista a que Perdigão estivera ligado em 1968 voltou a agir em 1976.
 
Seqüestraram, espancaram, pintaram de vermelho e deixaram nu numa estrada o bispo de Nova Iguaçu, Dom Adriano Hipólito…”
 

Fonte: Viomundo

 

Visite o Memorial online dos mortos e desaparecidos da ditadura militar

 

Veja entrevistas com ex-guerrilheiros:

IVAN SEIXASCELSO LUNGARETTIFRANKLIN MARTINSFLÁVIO TAVARESÁUREA MORETIVERA SILVIA MAGALHÃESJACOB GORENDERVLADIMIR PALMEIRAAMÉLIA TELLESCRIMÉIA ALMEIDACLÁUDIO TORRESJOSÉ DIRCEUCLARA SHARFJOSÉ ROBERTO REZENDEALFREDO SIRKISALOÍZIO PALMAR.

 

Veja documentários sobre a guerrilha no Brasil:

Documentário Tempo de Resistência: é o mais completo sobre a luta do povo brasileiro contra a ditadura militar.

Documentário Hércules 56: sobre o sequestro do embaixador americano

Documentário Brasil: um relatório sobre tortura: feito pelos guerrilheiros trocados pelo embaixador suiço. 

Reportagem sobre a Guerrilha do Araguaia

Veja o documentário 15 filhos de guerrilheiros: Eles falam de suas vidas no meio da ditadura.

Veja o grupo da Revista Subversivos - Histórias em quadrinhos baseada na luta armada.

 

Amelinha Teles, Ustra e a cadeira do dragão Tags: ditadura militar tortura repressão guerrilha luta armada comissão da verdade comunistas brasileiros Corronel Ustra torturador injustiça

 

Amelinha Teles, Ustra e a cadeira do dragão

Maria Amélia Almeida Teles foi presa com o marido César no DOI-CODI, em São Paulo, nos anos 70. Os filhos de 5 e 4 anos de idade foram levados para ver os pais sob tortura. A família Teles foi a primeira a mover uma ação de responsabilidade civil bem sucedida contra o homem que comandou o centro de tortura durante 4 anos, o então major Carlos Alberto Brilhante Ustra. Amelinha, como é conhecida, hoje integra a Comissão da Verdade do Estado de São Paulo “Rubens Paiva”, que investiga os crimes da ditadura militar.

Na entrevista acima, Amelinha se refere a Danielli, Carlos Nicolau Danielli, morto sob tortura no DOI-CODI; e à sede da 36a. delegacia, que fica na rua Tutoia, em São Paulo, sede do mais conhecido centro de tortura do Brasil.
 
Fonte: Viomundo
 
 
Coronel Ustra, ao gritos, nega os crimes de que é acusado durante a ditadura

 

Visite o Memorial online dos mortos e desaparecidos da ditadura militar

 

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Reportagem sobre a Guerrilha do Araguaia

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Comunistas Vlog - Rússia enviou mísseis anti-navio para a Síria Tags: guerra civil síria oriente médio Bashar Al Assad Assad rebeldes Rússia terroristas Síria Estados Unidos Conflito na Síria

 

Comunistas Vlog

Rússia enviou mísseis anti-navio para a Síria

Nesse vídeo eu comento o envio de mísseis Yakhont da Rússia para a Síria.

 
Kerry não conseguiu incendiar o rio Moscou
 
Síria: "Bem-vinda pausa na loucura norte-americana"
 
Por que a Rússia continua vendendo armas à Síria?
 
Rússia envia mísseis avançados em apoio a Assad na Síria
 
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Os reféns do Exército Livre Sírio Tags: guerra civil síria oriente médio Exército livre sírio Assad rebeldes Rússia terroristas Síria Estados Unidos Conflito na Síria reféns

 

Os reféns do Exército Livre Sírio

Fonte: Voltaire.org

 

Um ataque norte-americano contra a Síria seria um suicídio Tags: guerra civil síria oriente médio Bashar Al Assad Assad rebeldes Rússia terroristas Síria Estados Unidos Conflito na Síria Israel
 
Um ataque norte-americano contra a Síria seria um suicídio
por Pierre Khalaf e Ghaleb Kandil
 
REDE VOLTAIRE | BEIRUTE (LÍBANO) | 29 DE ABRIL DE 2013 
 
 
O comando sírio prossegue a aplicação dos seus novos planos seguindo uma programação política e militar adequada e no meio de um clima popular resolutamente favorável ao Estado e ao presidente Bachar al-Assad, como confessam as próprias potências ocidentais.
 
No campo de batalha, o Exército Árabe Sírio está a ponto de liquidar numerosos ninhos de terroristas, incluindo vários dos seus postos de comando. Os peritos estimam de forma unânime que a libertação de Oteiba – no sudoeste de Damasco – constitui um duro golpe para a al-Qaeda e para o seu ramo sírio, a Frente al-Nusra. Ao mesmo tempo, prossegue em Qoussair o derrube das estruturas terroristas, enquanto as operações do exército continuam a um ritmo acelerado nas regiões rurais de Idlib e Alepo e nas cidades de Homs e Alepo. Em Daraa, Raqqa e Deir Ezzor, as tropas regulares estão a assestar duros golpes aos grupos armados. Os analistas sublinham que a recuperação de Homs, e a libertação da cidade de Qoussair, decidirão a batalha na região central da Síria (províncias de Homs e de Hama), que constitui a quarta parte da superfície do país. Na próxima fase, o exército sírio tomará sob o seu controlo várias grandes cidades e arredores, assim como vários dos principais eixos de comunicação viários. Este objetivo, que exige vários meses de esforços, permitirá reactivar o ciclo económico e facilitar o regresso dos deslocados, que estão a viver em condições difíceis e humilhantes no Líbano, na Turquia e na Jordânia.
 
As ameaças dos Estados Unidos, com o falso pretexto das armas químicas, buscam intimidar a Síria e os seus aliados – o Eixo da Resistência e os países do grupo dos BRICS. Se, depois do fracasso da guerra mundial que implementou através dos suas ferramentas terroristas e dos seus auxiliares regionais (Israel, Turquia e Jordânia), Washington se decidisse a pôr em execução as suas ameaças de intervenção militar na Síria, estaria a cometer um grave erro e um acto estúpido.
 
A avaliação científica das opções guerreiras dos Estados Unidos, brandidas por Barack Obama, permitem compreender melhor a actual correlação de forças. Os Estados Unidos e os seus aliados ocidentais enfrentam actualmente enormes problemas económicos e financeiros, que exigem drásticas reduções dos orçamentos militares. Pelo contrário, o Eixo da Resistência, que provavelmente se envolveria de imediato na confrontação em caso de ataque contra a Síria, dispõe de meios de dissuasão suficientemente importantes para provocar uma guerra mundial. Já no princípio da guerra contra a Síria, quando vários responsáveis americanos acarinharam a ideia de passar da guerra por procuração – via grupos terroristas – à confrontação directa, usando os exércitos da OTAN, o ex-secretário de Estado Henry Kissinger lançara uma advertência contra um conflito de tal envergadura.
 
As questões estratégicas levantadas pelo desencadear desse cenário conduzem todas às mesmas conclusões: qualquer ataque contra a Síria será confrontado com uma resistência feroz e global. A defesa antiaérea síria já demonstrou a sua eficácia, em junho de 2012, derrubando um avião turco poucos minutos após a sua entrada no espaço aéreo sírio. E os misseis sírios são capazes de atingir Israel, as bases americanas na Turquia e Jordânia assim como os bastiões terroristas no Líbano. Alguns analistas pensam também que a Resistência libanesa e o exército sírio abririam as frentes libaneses e sírias contra Israel. Sem olvidar os misseis iranianos e as suas formidáveis capacidades, que podem «reduzir Telavive a pó», como disse o Guia Supremo da Revolução, o aiatola Ali Khamenei, e bloquear as vias de transporte de petróleo. Isto provocaria a derrocada das economias ocidentais. Os Estados Unidos temem acima de tudo que sejam atacados os grandes poços de petróleo e as suas bases militares no Golfo.
 
A questão que se põe é a de saber qual será a reação da flotilha russa que se acha em frente às costas sírias.
 
Estes cenários fazem pensar que as ameaças norte-americanas se inscrevam mais num quadro de intimidação, ainda que não se possa excluir a possibilidade de um acto estúpido. Em todo o caso, se a grande confrontação chegasse a ter lugar, e logo que a poeira assentasse, o desenlace seria uma gravíssima derrota para o Ocidente, a qual seria catastrófica para Israel, para a Turquia, e também para todos os dirigentes dos países do Golfo e da Jordânia implicados na agressão. A resistência da Síria a esse tipo de guerra teria os mesmos resultados que teve a agressão tripartida de 1956 contra Egipto, episódio que pôs fim ao papel da França e do Reino Unido enquanto poderes coloniais.
 
Fogem para o Líbano 1 400 homens da Frente al-Nusra
 
As operações fulgurantes do Exército Árabe Sírio nas regiões rurais de Homs, paralelamente aos progressos registados nos arredores de Damasco, criaram novas realidades na fronteira com o Líbano. Essa região está quase inteiramente sob o controlo das tropas regulares, que bloquearam a maioria dos caminhos e passagens utilizados durante os 2 últimos anos pela Corrente do Futuro, e seus associados dos serviços de inteligência do Golfo e dos países da OTAN, para introduzir na Síria centos de toneladas de armas e milhares de combatentes.
 
O resultado directo de essas novas realidades do terreno é que a plataforma de agressão contra a Síria, instaurada pelo ex-primeiro ministro Saad Hariri, se está convertendo num problema interno para o Líbano e está pondo em perigo a segurança deste país.
 
Com efeito, segundo vários serviços de segurança, uns 1 400 membros da Frente al- Nusra, (ramo da al-Qaeda), assim como numerosos grupos armados, além dos libaneses que lutaram na Síria, encontraram refúgio no Líbano na sua fuga ante o avanço das tropas sírias.
 
O próximo alargamento das operações do Exército Árabe Sírio e a conquista da totalidade da cidade de Homs abriram uma caixa de Pandora repleta de segredos incómodos. A primeira revelação é a presença na Síria, nas fileiras dos grupos terroristas, de numerosos oficiais estrangeiros e dos países do Golfo, assim como de combatentes libaneses. O que terá graves repercussões no Líbano.
 
Qualquer pessoa sensata terá que reconhecer que o poder libanês é em grande parte responsável pelos perigos que o país enfrenta hoje em dia. As falsas hesitações dos dirigentes visavam na realidade cobrir a sua conivência e cumplicidade, em resposta aos pedidos estrangeiros para que fechassem os olhos para não ver o que se estava a passar nas suas fronteiras e no norte do Líbano. Esta política conduziu à paralisia do Exército Libanês, que se viu obrigado a renunciar ao seu papel de guardião da soberania nacional e de protetor da fronteira.
 
A verdade de que todos devem estar cientes no Líbano – e agindo de acordo – é que o Estado sírio «apoiado pelo seu povo», como disse o ministro espanhol de Relações Exteriores (Negócios Estrangeiros -Pt) , está a travar uma guerra contra o colonialismo e lutando contra grupos terroristas e takfiristas no seu próprio solo. E agora, o Líbano enfrenta o perigo que constituem esses mesmos grupos terroristas.
 
É também dever de qualquer governo libanês, que se respeite e que se preocupe com a defesa dos interesses do seu próprio povo, lutar contra esses grupos terroristas que utilizam certas regiões do país como trampolim e como bases de retaguarda... porque, num futuro muito próximo, esses mesmos terroristas vão decidir que chegou o momento de transferir para o Líbano a sua suposta jihad.
 
Pierre Khalaf
Tradução 
Alva
Fonte 
New Orient News (Líbano) 
 
Fonte: Voltaire.org
 
 
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