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Página anticomunista do Facebook promove festival racista Tags: racismo antissemitismo anti-semitismo antijudaísmo judeu negro Facebook Veja conservadorismo extrema-direita fascismo nazismo internet
 
Página anticomunista do Facebook promove festival racista
Por Cristiano Alves
 
Se alguém tinha dúvidas de que o racismo e o anticomunismo andam de mãos dadas, os extremistas de direita respondem a essa pergunta. Na rede social "Facebook", uma página chamada "Contra a praga vermelha" promove um verdadeiro "show" de anticomunismo e racismo(não apenas contra negros, mas também contra judeus, ficando em falta apenas o componente eslavófobo para coroar o hitlerismo da página).
 
Página racista no Facebook pregando o racismo antinegro e antissemita. Só faltou mesmo a eslavofobia.
 
O racismo antinegro é uma prática comum no Brasil, uma prática que visa mostrar ao negro "o seu lugar", prática essa vista com entusiasmo entre jovens de classe média branca, indiferentes ao problema do negro no Brasil, e que estão preocupados apenas com a manutenção de seus privilégios, chegando a promover atos contra direitos sociais como as cotas raciais, onde crianças que nada sabem sobre o que defendem simplesmente exigem o fim das cotas e qualquer iniciativa que vise a promoção de uma parcela excluída da sociedade, especialmente aquela de cor negra. Esse tipo de "festival" não é nenhum "acidente" ou "mera fatalidade", trata-se de um ato consciente e organizado por uma parcela da população geralmente branca, de classe média, digitalmente inclusa e leitora de revistas de extrema-direita como a Veja, telespectadora de fascistas travestidos de humoristas como Danilo Gentili ou ainda de vídeos do jornalista Olavo de Carvalho, emigrado brasileiro que promove o ódio em seus vídeos que se propõem a combater a "maldita ditadura comunista que toma conta do Brasil". Comentários e páginas do tipo não são fatos isolados, quando a presidenta Dilma Roussef foi eleita no Brasil, o Twitter rapidamente sofreu um tsunami de mensagens racistas que exigiam o "afogamento de nordestinos", a matança de negros, que nordestinos mortos de fome fossem exterminados, apedrejados, etc. Enquanto o povo do Nordeste enviou milhares de quilos de alimentos para as vítimas da enchente no estado sulista e teutodescendente de Santa Catarina, quando enchentes atingiram o estado nordestino de Alagoas, isso chegou a ser comemorado por parte da classe média do Sudeste, especialmente do estado de São Paulo. Num estado ultraconservador e homofóbico,  onde o que importa é aumentar os lucros do capitalismo, onde ler é considerado "coisa de gay" e negros são fuzilados pela PM por ter uma Bíblia "confundida com  arma de fogo"1, ideias reacionárias ganham força tremenda, encontrando latifúndios de espaço em jornais como a Folha de São Paulo ou a revista Veja, os almanaques intelectuais da classe média alta. Essa classe média, uma vez contaminada com o veneno conservador, neofascista, ou seja lá como a referida turba se denomina, acaba por se tornar um referencial para a população brasileira, uma intelligentsia que em vez de promover valores humanistas, promove apenas valores fascistas, fazendo a roda da história no Brasil girar para trás.
 
A página do Facebook "Contra a praga vermelha" evidencia a forte união entre o anticomunismo e o racismo
 
O Brasil tem um histórico de ideias racistas? Embora tenha sido o único país da América Latina a enviar tropas para combater o Eixo, o que ajudou o Brasil a resolver uma dívida histórica com os trabalhadores alemães, já que a maior votação a favor de Hitler fora da Alemanha se deu no Brasil, o Brasil abrigou criminosos de guerra como Josef Mengele e elegeu nazistas como Filinto Müller, o mesmo que enviou a alemã Olga Benário para a Alemanha nazista. Nos tempos do Império, o imperador Dom Pedro II promoveu o "Plano Nacional de Embranquecimento", em acordo com as ideias de Gobineau, considerado o "papa do racismo" e amigo pessoal de Dom Pedro II. Embora haja nos dias atuais um esforço para combater o racismo na sociedade capitalista brasileira, uma atividade comparável a enxugar gelo, uma vez que capitalismo e racismo são duas faces da mesma moeda, cada vez mais a OAB e o Ministério Público tem tentado coibir a incitação do ódio contra indivíduos em razão de cor ou etnia. Em se tratando de sites, esse combate ainda é irrisório, pois a denúncia de sites racistas geralmente só resulta no apagamento de tais páginas, deixando o criminoso impune, em liberdade, um tratamento distinto daquele concedido a milhões de negros no Brasil, criminosos ou não.
 
No Brasil é mister a formação de um partido revolucionário que venha a guiar as massas através de quadros bem preparados e formados na escola do marxismo-leninismo, a única alternativa sensata ao modelo arcaico e cripto-fascista que existe no Brasil, capaz nos corações e mentes valores humanistas, a fim de criar no Brasil um novo homem e enviar toda a escória e a podridão reacionária, os inimigos do povo, para lugares onde estes possam construir algo de útil para a sociedade e se reeducarem através do trabalho corretivo.
 
 
 
 
O pesadelo do urubu Tags: Lula Luis Inácio Lula da Silva PIG mídia golpista Globo Estadão Folha de S. Paulo VEJA julgamento do mensalão PT manipulação preconceito

 

O pesadelo do urubu 

por  Emiliano José

Aquelas mãos pegajosas e fortes, aquele dedo faltando, os braços, e ele chamando-o para acompanhá-lo, seguir sua trajetória. Que horror aquele homem… E maior horror ainda era aquela corte de andrajos que o acompanhava. Pobres e mais pobres, negros e mais negros, a escória da sociedade. Um nojo, um horror, um horror…(“Os encontros noturnos de Herval Sobreira”)

 

Assalta-me a referência a Marx, acho que em O Manifesto Comunista – um espectro ronda a Europa, o espectro do comunismo. Isso vem a propósito do tormento representado por Lula para a velha mídia brasileira. Esta vive sobressaltada pela liderança do operário que emergiu da luta sindicalista, tornou-se o maior líder popular de nossa história, em seguida o melhor presidente que o país tivera, uma das lideranças mais respeitadas do mundo, que está hoje fora do poder, e ainda assim, independentemente de sua vontade, acicatando os nossos vetustos e vetustas colunistas.

Creio que Lula, tal a obstinação com que cuidam dele, a insistência com que tentam diminuí-lo, de fato invade as noites de muitos jornalistas. Invade quando pensam nele para inventar as pautas desqualificadoras, quando tem de opinar de modo enviesado para diminuir a presença dele na cena política, invade quando o caluniam conscientemente, e Lula deve também invadir o sono deles e delas, coitados, e essa invasão, como acontece com o personagem Herval Sobreira, deve sempre aparecer como pesadelo, tal o ódio, o horror, o nojo que todos tem, de fato, desse operário-invasor, porque nunca antes na história desse País um nordestino pobretão, retirante famélico, encarnação das vidas secas de outrora, ousara sequer tentar a presidência da República.

 

E o operário suarento, com sua barba ora negra, ora branca, quase espumava em sua cara, quase sujava seu bigode bem aparado, querendo que o acompanhasse em sua rebelião contra os ricos, logo ele, que nada tinha contra os ricos, até gostava muito deles, e se não podia dizer tinha nojo, queria os pobres à distância, quanto mais distantes melhor…

 

Não é bem que Lula invada as noites das nossas e dos nossos nobres colunistas. Corrijo-me. A velha, conservadora mídia brasileira é que não consegue se livrar de Lula, nunca o tira da cena, e sempre pretende destruí-lo, sem que até agora o tenha conseguido. Talvez até o ajudem manter-se à tona, mesmo que ele não queira.

Lula parece para ela, para o consciente e o inconsciente, o espectro de que falava Marx, só que ele é de carne e osso, e foi Lula que Hobsbawm disse ter sido o inventor da democracia recente no Brasil por combinar de modo rigoroso crescimento econômico com distribuição de renda, embora isso fosse uma metáfora já que a recente democracia brasileira é resultado da luta de milhões de brasileiros. Inegavelmente, no entanto, depois de 2003, a democracia enlaçou os aspectos formais dela com a melhoria real das condições de vida do povo brasileiro.

 

Quando acordou, suava aos borbotões, assustado. Soltou uma exclamação, um sonoro puta-que-pariu libertador, se surpreendeu alegre por escapar daquele pesadelo, que não acabava, extirpar de si a lembrança do operário-barbudo e daquela multidão de maltrapilhos a tocá-lo, também, como se fosse um deles. Não era. O dia já despontava, e ele se indagando sobre quando se livraria daquele operário que se intrometera na vida política já havia tantos anos, e não saía dela, e o pior, sempre adorado pelo povo, esse povo tão ignorante…

 

Será que esse ódio quase visceral de nossa velha mídia vem de um sentimento ancestral, carga acumulada de racismo da sociedade branca, atormentada por quase 400 anos de escravidão? Será que a nossa velha mídia não é a encarnação recente da Casa-Grande, inconformada sempre com quaisquer intromissões indevidas, com quaisquer insubmissões dos de baixo?

São perguntas que me assaltam para tentar explicar a perseguição da velha mídia a Lula e quem sabe os tormentos e delícias do personagem Herval Sobreira. Será que vem da raiva sulista, de parte dos sulistas brancos, à ralé nordestina, que imagina os nordestinos como mão-de-obra barata, destino que o presidente operário resolvera mudar com suas políticas sociais ousadas? – vou refletindo, perguntando e dizendo a mim mesmo que deve ser por tudo isso e muito mais.

 

Barbeou-se cuidadosamente. Aparou o bigode. Pensou em glórias recentes, na autoridade que lhe foi conferida ao receber o galardão da Academia dos Sábios das Letras, e quase riu agora ao lembrar-se do pesadelo. Novamente, aquele sujeito o incomodava. Falaria dele hoje, novamente. Como ousara chegar novamente à presidência da República, depois de tudo pelo que passou? Pena que o câncer não o tenha vencido, lamentou-se irritado, abandonando o esboço de sorriso e cortando levemente o rosto…

 

Creio, no entanto, que tal combate, esse combate tão feroz por parte da velha mídia, tão insistente, tão organizado, tão concertado, tão programático, enlaça tudo o que disse no combate a um projeto político, esse que se tornou governo em 2003, quando Lula assumiu. A mídia tem posição política – insisto nisso para que não nos enganemos. A mídia, isso não se pode negar, tem consciência de que Lula é o principal símbolo desse projeto político em andamento no Brasil, e por isso quer destruí-lo, usando para isso todas as armas de que dispuser, evidentemente sem quaisquer considerações por aquilo que conhecemos como bom jornalismo.

 

…A rede de televisão em que trabalhava, as outras redes, as revistas, os jornais estavam unificados no combate àquela figura. Lembrava-se novamente do pesadelo, e não atinava por que Lula ocupava tanto sua mente, porque invadia suas noites. Alguns sonhos leves já o tinham embalado – como quando Lula falava para multidões embevecidas, mas era interrompido por uma benfazeja chuva de ovos jogados não se sabe por quem. Outros, nem tanto, como o último, pesadelo interminável…

 

Desde que a presidenta Dilma assumiu, a velha mídia, valendo-se do noticiário e de seus abnegados colunistas, envolveu-se numa operação que só podia enganar ingênuos: vamos momentaneamente poupar Dilma, e vamos detonar Lula e o PT. E, ao fazer isso, tentemos sempre separar Lula e Dilma, e esta do PT. Vamos envolver a presidenta, fazer de conta que ela é tão boazinha, que está se livrando da herança maldita de seu antecessor, e que os demônios são Lula e o PT.

Era o seu programa tático – se podemos expressar assim. A mídia tem disso: subestima a inteligência dos outros, despreza a capacidade do chamado campo de recepção, como diriam os teóricos da comunicação, achando que os seus movimentos não são percebidos. E acredita que quaisquer lealdades são desmontadas com afagos em suas redes e páginas. Às vezes, dá certo. Imaginou fazer isso com Dilma.

 

…Quase se lamentava não fosse mais o tempo de golpes, quase se lembrava com saudades dos tempos da ditadura. Não ficava bem dizer isso, pensar, bem, pensar era o livre pensar. Tinha convicção: de um jeito ou de outro, Lula sairia do poder. Seu combate, sua missão, e o de toda a mídia, pelo menos das grandes redes, das revistas mais importantes e dos jornais, os poucos que ainda resistem, tudo isso haveria de produzir resultados. Um dia cai, diante de tanta artilharia. Se não é possível tirá-lo pelo voto, que seja por algum tipo de golpe, naturalmente menos violento do que o nosso, de 1964, mais institucionalizado, com aparência de legalidade…

 

Ao pretender separar Dilma de Lula, a velha mídia quebrou a cara. Protestou com o fato de a presidente, além de tudo, falar em herança bendita de seu antecessor– e ela estava fazendo justiça, como fez justiça, na mesma ocasião, quando desmontou o governo FHC. A velha mídia pensa ter a palavra final sobre o mundo. Perdeu nessa proposta de dividir Lula e Dilma, mas continuou a forçar a mão para que o julgamento da Ação Penal 470, cunhada por ela de mensalão, acontecesse exatamente no período eleitoral para cumprir o objetivo (dela) de detonar o PT e de modo especial assegurar a vitória de José Serra em São Paulo. Nisso, para além do que se especule sobre as razões do STF, sem dúvida foi bem-sucedida, ao menos quanto ao período do julgamento.

A mídia pretendia, como suas sentenças prévias condenatórias o revelavam, e como o Procurador-Geral Roberto Gurgel também revelou querer em entrevista à Agência Estado no dia 3 de outubro, impactar as eleições, e por impactar leia-se prejudicar o desempenho eleitoral e estratégico do PT. Era o que se pretendia e de cambulhada pretendia-se, também, desgastar ao máximo a figura de Lula, por uma operação discursiva que divulgaria seu provável envolvimento com o mensalão (recente matéria, daquelas, da revista Veja, se insere nessa estratégia), junto com a erosão de sua liderança, especialmente pela loucura de ter lançado Fernando Haddad como candidato a prefeito.

 

Naquela noite, Herval Sobreira deitou-se com muito medo e a mulher sentiu o terror em seus olhos. Perguntou. Aquele homem, disse quase ciciando, as lágrimas vindo aos olhos, aquele homem, tenho medo que volte esta noite. E demorou muito, muito pra dormir. E sentiu o terror de um novo e terrível pesadelo…

 

Durante algum tempo, diante dos resultados das pesquisas, a mídia celebrou Russomanno como uma novidade. Depois passou a combatê-lo para garantir a ida de Serra para o segundo turno, e dando como certo que Haddad não iria. Lula não conseguira fazer o milagre, devido à sua decadência. Só faltou combinar com o povo de São Paulo.

No domingo, 7, vi como estavam encabulados, perplexos, perdidos os comentaristas da Globo News, especialmente o pretensioso Merval Pereira, um dos principais escribas daquela operação. Estava até mais contido. Ninguém referiu-se a Lula quanto se tratava de São Paulo, salvo esparsamente, senão teria que concordar com o jornalista Paulo Moreira Leite, que dissera que Lula fora o grande vitorioso do primeiro turno por conseguir, junto com o PT e seus aliados, levar o ex-ministro da Educação para o segundo turno contra José Serra, tudo que Lula estabelecera nos  seus objetivos iniciais.

 

…Forte, não. Lula parecia ter um tamanho descomunal. E continuava acompanhado daquela malta esfarrapada de mendigos, de trabalhadores sujos de graxa, de desempregados, as roupas andrajosas, as barbas grandes ou por fazer, e os olhos deles cheios de raiva, prontos para uma revolução, e todos eles o obedeciam quase cegamente. E então, Lula veio pra cima dele com aquele braço que mais parecia um guindaste pronto para esmagá-lo, e Herval tinha convicção de que bastava um golpe para matá-lo, e a salvação, se se pode chamar de salvação, é que Herval se metamorfoseou num pomposo, garboso, urubu, a voar pelo mundo à procura das melhores carniças, a desfrutar a liberdade dos que não devem satisfações a ninguém. O trágico é que se sentiu bem na pele e no corpo do urubu…

 

No momento em que escrevo, o STF ainda julga a Ação Penal 470, não sei os resultados, não sei se impactará ou não as eleições do segundo turno. No primeiro, não o fez, como se pôde ver. O que não quer dizer que não provoque conseqüências para o PT, que é outra discussão. O que sei é que até este momento, Lula segue sendo o contrário do que a mídia quer: continua a ser o principal líder popular de nossa história, líder atual, que influencia decisivamente nossa vida política, que tem uma unidade inquebrantável com a presidenta Dilma, e seus acertos continuam a ser muito maiores do que os seus erros.

 

…Na manhã seguinte, no café a mulher perguntou como estava, embora o estado dele já o confessasse. “Um urubu”, respondeu outra vez ciciando, melancólico. “Meu destino é o de ser um urubu”. Não parecia ter acordado ainda. A barba, ainda por fazer. E a murmurar: um urubu, um urubu, um urubu… e ciciando de novo, melhor assim… melhor assim… melhor assim…

 

(O protagonista desse livro em gestação, ainda inédito, nasceu dos esforços literários de um amigo que prefere só se revelar no momento mesmo de sua publicação. Embora ambientado em 2019, me parece conter algumas lições para os dias de hoje. Fui autorizado por ele a publicar alguns trechos. Esperemos a publicação)

Fonte: Carta Capital

 
VEJA atacando o Twitter e Globo proibindo propaganda de Haddad é um bom sinal Tags: VEJA Revista Veja Twitter Globo Rede Globo Fernando Haddad Haddad PIG imprensa mídia conservadora bloguesfera mídia brasileira PT Brasil

 

VEJA atacando o Twitter e Globo proibindo propaganda de Haddad é um bom sinal

Acima um cidadão brasileiro está adormecido por toda alienação que Veja e Globo colocaram em sua cabeça. Twitteiros tentam fazê-lo acordar e enxergar a realidade.

 

O blog está voltando à ativa apesar do ridículo modem da VIVO. Vou comentar nesse post o comportamento histérico da mídia conservadora nesses últimos dias.

Primeiro fato interessante foi a revista mais vendida (sem trocadilho) do país criticar os twitteiros que pediram que o jornalista Policarpo desse explicações à CPI. (A Polícia Federal grampeou ligações que mostravam que o bicheiro Carlinhos Cachoeira, com ajuda de Policarpo, plantava informações falsas e/ou verdadeiras na VEJA para derrubar políticos do governo e favorecer seu esquema de lavagem de dinheiro). A revista publicou uma matéria em que afirmava que o PT a mando de Rui Falcão estava controlando perfis fantasmas no twitter para atacar a revista.

Por que acho isso um bom sinal? Ora, porque o twitter apesar de ter crescido muito, ainda tem alcança bastante limitado no Brasil. Eu sei disso porque tenho alunos que ficam o dia todo na internet mas a maioria não tem twitter ou tem mas não usa. Isso se deve a própria característica da rede social que a torna bastante chata para iniciantes. Que graça tem um twitter se você tem poucas pessoas que o seguem? O que escrever se quase ninguém irá ler ou interagir? quando é ultrapassada essa etapa a rede social se torna mais atraente, no entanto, geralmente a primeira impressão é a que fica e muitos usuários desistem de usá-la.

Então, por que uma revista com o alcance da VEJA perderia tempo se irritando com isso? A resposta é simples. Sinal de decadência, de confusão, falta de rumo. A Veja não sabe quem atacar. Percebi esse mesmo desespero na Rede Globo: a popularidade crescente de Dilma, e as recentes medidas progressistas do governo (queda da taxa selic, diminuição do spread bancário, Comissão da Verdade, ameaça de Veto integral ao novo código florestal, Brasil Sem Miséria) devem ter deixado Ali Kamel, o reacionário diretor de jornalismo da Globo, de cabelo em pé.

As demissões em massa de ministros no primeiro ano do governo Dilma, o aumento da taxa selic e o engavetamento da lei que regularia as comunicações no Brasil deram uma falsa impressão à mídia conservadora de que Dilma poderia ser mais facilmente intimidada por pressões da imprensa. Grande engano, Dilma mostra ter muito mais coragem que o Lula. Sem querer desmerecê-lo, mas na minha opinião, apesar das grandes conquistas no área social, em outras áreas Lula falou muito e fez pouco. Não incomodou os bancos e colocou na área econômica dois aliados do sistema financeiro: O Ministro da Fazenda Antônio Palocci e o presidente do Banco Central Henrique Meirelles. O primeiro só saiu do governo depois de violar o sigilo bancário do caseiro que havia feito depoimento contra ele na CPI e o segundo ficou até o fim dos 8 anos do governo Lula. Alguém pode imaginar como o Brasil estaria hoje se a redução do spread bancário e da taxa Selic fossem feitos no primeiro mandato do ex-metalúrgico?

Dilma comprou briga com os bancos, com os militares e com os latifundiários e tem apoio popular para resistir ao contra-ataque. Daí o desespero da Rede Globo que não quis veicular a propaganda eleitoral de Fernando Haddad para a prefeitura de São Paulo. Somente isso explica que uma emissora do tamanho da Globo arriscaria sua credibilidade por medo de um candidato que tem (infelizmente) remotas chances de ganhar as eleições. Isso me lembrou a ridícula tentativa da mídia em esconder que Dilma era candidata de Lula no início de 2010. Como se não fosse haver um imenso horário eleitoral gratuito do PT antes das eleições.

Sugiro que preparemos a pipoca e a cerveja e vejamos de camarote a desesperada decadência de nossa Grande Imprensa. Vai ser divertido!

 

Privataria Tucana: video sobre o livro que revela corrupcao entre PSDB, Midia e Daniel Dantas Tags: privataria tucana privatização corrupção PSDB FHC Serra Daniel Dantas Rede Globo Folha de São Paulo Estadão Veja PIG livro do Amaury

 

A Privataria Tucana

o livro que revela corrupção entre PSDB, Mídia e Daniel Dantas

 

 

"Privataria Tucana": o vídeo sobre a reportagem da década

Em entrevista transmitida ao vivo pela internet na noite de sexta-feira (9), o jornalista Amaury Ribeiro Jr deu detalhes de algumas das operações financeiras fraudulentas que descreve em seu livro, "A Privataria tucana". As respostas não popuparam os tucanos, a imprensa e até o PT. O autor foi entrevistado, por cerca de três horas, pelos jornalistas Renato Rovai, Rodrigo Viana, Luis Nassif, Luiz Carlos Azenha, Gilberto Maringoni, Conceição Lemes, Altamiro Borges e outros. Vale  ver até o fim.

 

 

A obra trata de desvios de recursos durante as privatizações de empresas públicas no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Sobre o episódio em que foi acusado de montar dossiês contra lideranças do PSDB durante a eleição de 2010, o jornalista reiterou a versão apresentada à época, de que houve "fogo amigo" dentro do próprio PT.

Para o autor, as privatizações do período tucano tiveram um único propósito: "Foi para algumas pessoas enriquecerem, acumular fortuna pessoal. Não teve nada a ver com progresso, bem do país, nada disso". Segundo ele, José Serra, ex-governador de São Paulo e candidato derrotado à Presidência da República em 2002 e 2010, foi um dos principais beneficiários das "maracutaias" financeiras da venda de estatais.

O teor do livro reforça sua convicção. "Mais da metade do livro é documento, não é texto (opinativo). E são documentos disponíveis pra consulta aberta, não tem nada conseguido com sigilo, estão na Polícia Federal."

 

 

O jornalista disparou diversas críticas à imprensa que, segundo suas investigações, mantém laços financeiros com grupos econômicos e políticos. "O (banqueiro) Daniel Dantas é sócio da Abril, manda na Veja", acusou. Também avaliou o papel que setores da mídia desempenharam na campanha presidencial de 2010 - "A imprensa foi canalha com a Dilma."

Para Ribeiro Júnior, o despreparo de grande parte dos jornalistas do país contribui para que esquemas de lavagem de dinheiro passem praticamente despercebidos do grande público. "Não é fácil seguir o caminho do dinheiro. As leis dos países facilitam a existência de paraísos fiscais e de empresas offshore. O público só se interessa quando aparece dinheiro em cofre, dentro de meias ou de cuecas. Mas isso é insignificante perto do que essa gente do poder faz."

O jornalista disse esperar que seu livro contribua para que sejam criados mecanismoss para regular o mercado financeiro mundial "Tem acabar com parcerias de empresas brasileiras com entidades off-shore, operações casadas em bolsa de valores, poder abrir empresas em paraísos fiscais e operar em outros países. Enquanto isso não acontecer, o crime organizado vai sempre nos vencer."

 

Fogo amigo

Ribeiro Júnior reiterou a versão apresentada durante a campanha eleitoral de 2010 de que foi vítima de uma disputa interna no PT quando foi acusado de ter forjado dossiês contra lideranças do PSDB. À época, circularam declarações de imposto de renda de tucanos que teriam envolvido quebra de sigilo junto à Receita Federal.

O jornalista atribuiu ao deputado estadual Rui Falcão (PT), atualmente presidente do PT, que disputava espaço dentro da campanha com Fernando Pimentel, hoje ministro do governo Dilma, a origem da acusação. Em abril deste ano, Rui Falcão chegou a ingressar na Justiça com queixa-crime contra Amaury Ribeiro Júnior.

Fonte: Rede Brasil e o canal de HervalJ do Youtube.

Fonte: Vermelho

 

APROVEITE E VEJA COMO O PSDB TRATAVA O POVO BRASILEIRO

 

Espalhem o vídeo para que esse bando de ladrões nunca mais volte ao poder no nosso país!

 

FHC defende a legalizacao da maconha. E se fosse o Lula? Tags: FHC Fernando Henrique Cardoso legalização da maconha maconha Lula VEJA GLOBO mídia golpista PIG marcha da maconha COMUNISTAS manipulação

 

FHC defende a legalização da maconha.  E se fosse o Lula? 

 

 

Repercussão

 

Repercussão internacional

 

Políticos honrados iriam defender a moral e os bons costumes no congresso

 

A sociedade civil se mobilizaria na grande  MARCHA DA FAMÍLIA COM DEUS PELA LIBERDADE CONTRA A LEGALIZAÇÃO DAS DROGAS PELA PENA DE MORTE FORA DILMA... CANSEI

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