Tagged with "imprensa"
Ex-guerrilheiro Ivan Seixas critica a carta de Mercadante que defendeu Folha de São Paulo Tags: Ivan Seixas polêmica Otávio Frias Mercadante Folha de São Paulo tortura ditadura militar guerrilha História do Brasil repressão imprensa

 

Ex-guerrilheiro, Ivan Seixas, critica a carta de

Mercadante que defendeu Folha de São Paulo

“Perplexos ficamos nós com essa carta”

“Frias tinha relação íntima com ditadura”
 

Ivan Seixas era um jovem militante de esquerda  quando foi preso pela ditadura, ao lado do pai, Joaquim Alencar de Seixas. No dia 16 de abril de 1971, os dois foram levados para o DOI-CODI/OBAN, em São Paulo, e barbaramente torturados.

 Em 2009, quando a “Folha” publicou o famoso texto chamando a ditadura de “ditabranda”, Seixas enviou várias cartas ao jornal – jamais publicadas. Numa delas, fez referência ao passado do grupo “Folha”, jornal que “empregava carros para nos capturar e entregar para sessões de interrogatórios, como sofremos eu e meu pai.” E completou: ”Ninguém me contou, eu vi carro da “Folha” na porta da OBAN/DOI-CODI.” (Para saber mais, clique aqui)

Prestem atenção: a “Folha” jamais publicou as cartas de Ivan. Mas publicou, semana passada, a simpática cartinha de Aloisio Mercadante, em que o petista se revela “perplexo” com as notícias de que “seu Frias” (dono do jornal) era muito próximo do aparato repressivo e até daria apoio financeiro à “irmandade” que operava as torturas.

O Escrevinhador entrevistou Ivan Seixas, por e-mail, sobre a tal carta de Mercadante (clique aqui para ler a carta na íntegra, e para saber a opinião deste escrevinhador sobre o episódio). Abaixo, a entrevista, na íntegra. (Rodrigo Vianna)

===
 
- (Escrevinhador) O ministro Aloisio Mercadante (que é do PT), enviou uma carta à Folha de S. Paulo declarando-se “perplexo” com a noticia de que Otavio Frias de Oliveira (o “seu” Frias, já falecido, pai dos atuais controladores do jornal) visitava frequentemente o centro de torturas do DOPS, além de ser amigo pessoal do delegado torturador Sergio Paranhos Fleury. O que achou da carta de Mercadante? Há motivo para se sentir “perplexo”?
 
(Ivan Seixas) Perplexos ficamos nós com essa carta. O proprietário do Grupo Folha tinha uma relação tão íntima com o sistema repressivo da ditadura que até cedeu um de seus jornais para o DOI/CODI fazer propaganda de seus assassinatos; chegou a emprestar os carros de distribuição desse mesmo jornal (Folha da Tarde) para os torturadores montarem emboscadas contra os militantes da resistência.
 
O ministro não deve ler muito as publicações do próprio Grupo Folha, pois o livro da série “Folha Explica”, da jornalista Ana Estela de Souza Pinto, conta tudo isso sem rodeios:
- Na página 51 está escrito que “na Folha da Tarde o endurecimento do regime pós-AI-5 trouxe mudanças radicais. Sem ter conseguido transformar a simpatia dos estudantes em aumento de vendas, o jornal amargou baixa circulação até ser entregue, em 1969, à chefia de Antônio Aggio Jr, jornalista que tinha ligações com órgãos de segurança e adotou uma linha editorial de apoio ao regime militar (…) Na redação, militantes de esquerda foram substituidos por jornalistas ligados à polícia, alguns com cargo de delegado ou patente de major ou capitão da PM
Na página 52, informa-se que que “A Folha de São Paulo se mantinha distante da linha policial da Folha da Tarde, mas não enfrentou a ditadura. Desde 1968, praticava a autocensura e acatava instruções repassadas diariamente pela repressão. (…)
- Na página 56, a jornalista afirma que “do lado da Folha, a direção não nega a possiblidade de a  ocorrido, mas sem o conhecimento da empresa. Em 2006, em depoimento para a biografia do empresário, o diretor de redação, Otávio Frias Filho, militante no movimento estudantil no final dos anos 1970, disse considerar possível que veículos da empresa tenham sido usados por policiais e que, ao questionar o pai sobre o episódio, ele sempre negou ter sido consultado sobre emprétimos deles. Frias Filho também não acredita em envolvimento do sócio de seu pai, Carlos Caldeira, que tinha afinidade com integrantes do regime militar e era amigo do Coronel Erasmo Dias.
Caldeira não era o único com conexões militares. Nas redações da empresa havia policiais civis e militares, tanto infiltrados como declarados – alguns até trabalhavam armados. 
 
O ministro da Educação não lê? Militante da resistência, como se diz, desconhece tudo isso?
 
- O ex-agente da repressão Claudio Guerra disse, em depoimento à Comissão da Verdade da Cãmara de Vereadores de São Paulo, que “seu” Frias colaborava com dinheiro para a “irmandade” dos torturadores, além de ser amigo pessoal de Fleury. As  afirmações de Guerra merecem crédito? São compatíveis com as informações que você já conhecia?
 
(IS)A ser verdadeira a informação dada por agentes repressores ouvidos, de que a segurança pessoal do senhor Otávio de Oliveira Frias era feita pelo delegado Roberto Quass, do DEOPS/SP, chefiado pelo torturador Sérgio Fleury, podemos concluir que a ligação entre eles não era mera retórica. Como ninguém daria recibo de contribuição para o caixa da tortura, não é possível atestar a veracidade dessa informação do ex-delegado Cláudio Guerra. No entanto, até agora ninguém o desmentiu nem suas informações foram desmentidas pelos fatos.
 
- Qual o testemunho pessoal que você, ex-preso político que teve o pai morto sob tortura, pode dar sobre a Folha e a parceria do jornal com a ditadura?
 
(IS) O jornal Folha da Tarde estampou manchete comemorando a morte de meu pai quando ele ainda estava vivo. Todos os outros jornais publicaram apenas a nota oficial que o II Exército os obrigou publicar. Por outro lado, vi carros da Folha estacionados diante da sede do DOI-CODI em duas ocasiões. Como alí não havia bancas de jornal nem era estacionamento, conclui que eram os carros usados em esquemas para a montagem de emboscadas pra captura de militantes, que seriam depois torturados.
 
- A ALN chegou a explodir carros de entrega da Folha, nos anos 70? Por que isso ocorreu? A esquerda armada sabia, naquela época, da ação do jornal em apoio aos torturadores?
 
(IS) Sim. A resistência sabia que havia esse esquema de cessão de carros da Folha para a montagem de emboscadas. Por causa disso, a ALN queimou carros da Folha para avisar que já sabia disso e que não iria tolerar a continuação dessa prática.
 
- Há um brilhante documentário, chamado “Cidadão Boilesen”, que narra a história do empresário, diretor da Ultragaz, que financiava e participava das sessões de torturas (Boilesen acabou morto, em represália, pelos guerrilheiros de esquerda). Quais as semelhanças entre Boilesen e Frias? Não falta um documentário “Cidadão Frias”?
 
(IS) Nesse documentário o empresário José Papa Júnior afirma sem nenhuma cerimônia ou constrangimento que “todos nós empresários dávamos dinheiro para a OBAN e para o DOI-CODI”.
Creio que seria bem interessante a realização de um documentário “Cidadão Frias”. No Chile foi feito um documentário sobre o dono do jornal El Mercúrio, que tinha essa mesma relação com a ditadura Pinochet. O nome do filme chileno é “Diário de Miguel”.
 
- O ministro petista afirma em sua carta: “tive a oportunidade de testemunhar o papel desempenhado pelo jornal, sob comando de seu Frias, na luta pelas liberdades democráticas (…) Frias merece meu reconhecimento”. O que poderia explicar que o minstro Mercadante tenha escrito essa carta? O ministro faz alguma cálculo político? Está desinformado? Ou tomou uma atitude pura e simplesmente bajuladora?
 
(IS) Talvez seja uma mistura de um pouco de cada um desses ingredientes. Mas a bajulação aos donos da mídia, colaboradores e beneficiários da ditadura, é uma constante em nosso país. Do mesmo modo que a estreita relação com as grandes empreiteiras. Durante a ditadura, essas empresas se lambuzaram com as verbas para a construção de obras faraônicas ao mesmo tempo que davam dinheiro para as torturas. Hoje elas recebem verbas para obras grandiosas ao mesmo tempo que contribuem com TODOS os partidos.
 
Não por acaso, há anos que os familiares de desaparecidos insistem para que os currículos escolares oficiais incluam o ensino sobre a ditadura militar e nunca conseguiram sensibilizar os ministros da educação para isso. Acho que achamos agora a resposta para esse mistério.

Fonte: Blog do Rodrigo Vianna

 

Jornalista humilha aluno que disse falácias sobre Hugo Chávez Tags: Hugo Chávez Chávez Oxford morte de Hugo Chávez Venezuela Grande Imprensa golpe golpistas alienado Revolução Bolivariana oposição

 

Jornalista humilha aluno que disse falácias sobre Hugo Chávez

 

Aconteceu na Universidade de Oxford. George Galloway é um político britânico, autor, jornalista e radialista. Ao ser questionado sobre os direitos dos homossexuais, Irã e Hugo Chávez; Galloway se revolta e humilha o aluno reacionário que repetia falácias muito parecidas com as que a grande mídia brasileira diz sobre a Venezuela. Sim, o professor foi bastante agressivo mas a pergunta do aluno foi muito desrespeitosa, portanto, acho que foi um belo troco. Detalhe para o rapaz oriental do lado do jornalista, parece que vai morrer de tanto ri. 

Vi esse vídeo pela primeira vez na Página do Facebook Rede Esgoto de Televisão.

 

Vídeos sobre Hugo Chávez Tags: Biografia Hugo Chávez Chávez morte de Chávez morte de Hugo Chávez Venezuela Grande Imprensa golpe golpistas democracia Revolução Bolivariana

 

Vídeos sobre Hugo Chávez

Por EMILIAMMM no Blog do Nassif

 

HUGO CHÁVEZ - sete vídeos: o primeiro é um registro de depoimentos autobiográficos; o  segundo e o terceiro (documentários), e o quarto (um debate apresentado pela TV mexicana), focalizam a revolução bolivariana; o quinto traz um depoimento de Eduardo Galiano sobre o suposto "tirano" latinoamericano; o sexto, uma discussão na TV espanhola, em janeiro deste ano, com participantes que vivenciaram o atual processo venezuelano, aborda o legado de Chávez e o futuro da Venezuela; o sétimo, em duas partes, a premiada série da TV pública argentina, Presidentes da América Latina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Chávez se foi, mas a revolução continua! Tags: Hugo Chávez Chávez morte de Chávez morte de Hugo Chávez Venezuela Grande Imprensa golpe golpistas democracia Revolução Bolivariana oposição

 

Chávez se foi, mas a revolução continua!

Pediria a todos que hoje, um dia após a morte de Hugo Chávez, pelo menos por algum tempo, esqueçam o que a Mídia Conservadora dirá sobre ele. Se jornalistas e comentaristas sem escrúpulos comemorarem como uma vitoria para eles, só demonstra o quanto imbecis eles são. Pois comemoram a morte natural de quem nunca conseguiriam derrotar em vida.

Aqueles que hoje não conseguem disfarçar o sorriso pela ida sem volta de Chávez, são os mesmos que apoiaram a farsa sangrenta: tiros de snipers disparados na cabeça de manifestantes antichavistas para incriminá-lo. Sim! Aqueles autoproclamados “defensores da liberdade de expressão da oposição venezuelana” não tiveram nenhuma pena de matar seus próprios companheiros para iniciar uma farsa sórdida que serviu de justificativa para o golpe contra Chávez.

Alguém se lembra o nome do assassino de Che Guevara? Quase ninguém também se lembrará do nome do golpista que assumiu o poder, por um curto período de tempo, depois do fracassado golpe de 2002. A História é realmente cruel com os canalhas.

Quem se importa com o que dirão os editoriais de jornais cada vez menos lidos? Se daqui a 100 anos os livros de História registrarão que Hugo Chavéz foi o único presidente que resistiu a um golpe de Estado planejado pelos Estados Unidos.

O importante não é a revolução mas o que permanece depois dela: um Judiciário eleito pelo povo, um Exército Revolucionário, Justiça Social, um país sem analfabetos, um governo popular, uma aliança contra a pobreza, tudo isso permanecerá.

Chávez mostrou-nos como a grande imprensa trabalha em defesa dos interesses dos Estados Unidos na América Latina. E daí que essa imprensa dará destaque ao fato de Barack Obama não ter lamentado a morte de Chávez. Esse fato apenas diminui, ainda mais, o próprio Obama, que já se apequenou após tantas promessas não cumpridas dentro e fora de seu país.

Chávez mostrou que a Esquerda pode chegar no poder através do voto popular, que pode fazer um bom governo e ainda resistir a ataques externos. Esse será o legado de Chávez para a América Latina.  

 

 

"La Dolce Vita" de Yoani Sánchez em Cuba Tags: Yoani Sánchez farsa Cuba manipulação Salim Lamrani Revolução Cubana Fidel Castro anticomunismo imprensa
 
"La Dolce Vita" de Yoani Sánchez em Cuba
Por Salim Lamrani
 
Ao contrário do que afirma, dissidente possui padrão de vida inacessível para a imensa maioria dos cubanos
   
Ao ler o blog da dissidente cubana Yoani Sánchez, é inevitável sentir empatia por esta jovem mulher, que expressa abertamente sua oposição ao governo de Havana. Descreve cenas cotidianas de privações e de penúrias de todo tipo. “Uma dessas cenas recorrentes é a de perseguir os alimentos e outros produtos básicos em meio ao desabastecimento crônico de nossos mercados”, escreve em seu blog Generación Y. [1]
 
De fato, a imagem que Yoani Sánchez apresenta dela mesma – uma mulher com aspecto frágil que luta contra o poder estatal e contra as dificuldades de ordem material – está muito longe da realidade. Com efeito, a dissidente cubana dispõe de um padrão de vida que quase nenhum outro cubano da ilha pode se permitir ter. 
 
Mais de seis mil dólares de renda mensal.
 
A SIP (Sociedade Interamericana de Imprensa), que agrupa os grandes conglomerados midiáticos privados do continente, decidiu nomeá-la vice-presidente regional de sua Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação [2] por Cuba. Sánchez, que como de costume, é tão expressiva em seu blog, manteve um silêncio hermético sobre seu novo cargo. Há uma razão para isso: sua remuneração. A oposicionista cubana dispõe agora de um salário de seis mil dólares mensais, livres de impostos. Trata-se de uma renda bastante alta, habitualmente reservada aos quadros superiores das nações mais ricas. Essa importância é ainda maior considerando que Yoani Sánchez reside em um país de Terceiro Mundo em que o Estado de bem-estar social está presente e onde a maioria dos preços dos produtos de necessidade básica está fortemente subsidiada.
 
Em Cuba, existe uma dupla circulação monetária: o CUC e o CUP. O CUC representa aproximadamente 0,80 dólares ou 25 CUP. Assim, com seu salário da SIP, Yoani Sánchez dispõe de uma renda equivalente a 4.800 CUC ou a 120.000 CUP.
 
O poder aquisitivo de Yoani Sánchez
 
Avaliemos agora o poder aquisitivo da dissidente cubana. Assim, com um salário semelhante, Sánchez poderia pagar, a escolher:
 
- 300.000 passagens de ônibus;
- 6.000 viagens de táxi por toda Havana [3]
- 60.000 entradas para o cinema;
- 24.000 entradas para o teatro;
- 6.000 livros novos;
- 24.000 meses de aluguel de um apartamento de dois quartos em Havana [4]; 
- 120.000 copos de garapa (suco de cana);
- 12.000 hambúrgueres;
- 12.000 pizzas;
- 9.600 cervejas;
- 17.142 pacotes de cigarro;
- 12.000 quilos de arroz;
- 8.000 pacotes de macarrão;
- 10.000 quilos de açúcar;
- 24.000 sorvetes de cinco bolas;
- 40.000 litros de iogurte;
- 5.000 quilos de feijão;
- 120.000 litros de leite (caso tenha um filho de menos de 7 anos);
- 120.000 cafés;
- 80.000 ovos;
- 60.000 quilos de carne de frango;
- 60.000 quilos de carne de porco; 
- 24.000 quilos de bananas;
- 12.000 quilos de laranja;
- 12.000 quilos de cebola;
- 20.000 quilos de tomate;
- 24.000 tubos de pasta de dente;
- 24.000 unidades de sabão em pedra;
- 1.333.333 quilowatts-hora de energia [5]; 
- 342.857 metros cúbicos de água potável [6]; 
- 4.800 litros de gasolina;
- um número ilimitado de visitas ao médico, dentista, oftalmologista ou qualquer outro especialista da área de saúde, já que tais serviços são gratuitos;
- um número ilimitado de inscrições a um curso de esporte, teatro, música ou outro (também gratuitos).
 
Essas cifras ilustram o verdadeiro padrão de vida de Yoani Sánchez em Cuba e dão uma ideia sobre a credibilidade da opositora cubana. Ao salário de seis mil dólares pagos pela SIP, convém agregar a renda que cobra a cada mês do diário espanhol El País, do qual é correspondente em Cuba, assim como as somas coletadas desde 2007.
 
Com efeito, no período de alguns anos, Sánchez recebeu múltiplas distinções, todas financeiramente remuneradas. No total, a blogueira recebeu uma retribuição de 250.000 euros, ou seja, 312.500 CUC ou 7.812.500 CUP, quer dizer, uma importância equivalente a mais de 20 anos de salário mínimo em um país como a França, quinta potência mundial.
 
A dissidente, que primeiro emigrou à Suíça depois de optar por voltar a Cuba, é bastante sagaz para compreender que o fato de adotar um discurso a favor de uma mudança de regime agradaria aos poderosos interesses contrários ao governo e ao sistema cubanos. E eles, por sua vez, saberiam se mostrar generosos com ela e permitiriam gozar da dolce vita em Cuba.
 
(*) Doutor em Estudos Ibéricos e Latinoamericanos pela Universidade Paris Sorbonne-Paris IV, Salim Lamrani é professor titular da Université de la Réunion e jornalista, especialista das relações entre Cuba e Estados Unidos. Seu último livro é intitulado Etat de siège: les sanctions economiques des Etats-Unis contre Cuba, París, Edições Estrella, 2001, com prólogo de Wayne S. Smith e prefácio de Paul Estrade. Contato: lamranisalim@yahoo.fr ; Salim.Lamrani@univ-reunion.fr  ; Facebook: https://www.facebook.com/SalimLamraniOfficiel 
 
Referências bibliográficas:
[1] Yoani Sánchez, “Atacado vs varejo”, Generación Y, 5 de junho de 2012. http://www.desdecuba.com/generaciony/ (site consultado em 26 de julho de 2012).
[2] El Nuevo Herald, “Yoani nomeada na Comissão da SIP”, 9 de novembro de 2012.
[3] De Havana Velha até o bairro Playa.
[4] 85% dos cubanos são proprietários de suas casas. Essa tarifa é reservada exclusivamente para os cidadãos cubanos da ilha.
[5] Até 100 quilowatt-hora, o preço é de 0,09 CUP a cada quilowatt-hora.
[6] 0,35 CUP por m³.
 
Fonte: Opera Mundi
 
Next
1 2 3
RSS
Enquete
Qual tema você mais quer ver no Blog Comunistas?
Rússia/União Soviética
Ditadura militar e guerrilha
Vietnã
Cuba
China

Em Memória de Douglas Prima
membros online
Blog Categories
No categories created.
Recent Comments
"Obrigado, dessa eu não sabia."
In: Mapas estereotipados mostram o mundo na visão dos americanos
by: eduardolm17

This website is powered by Spruz

David Furman